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Escola de Samba que retratou policiais como "demônios" é investigada por ligações com o PCC

nvestigações revelam conexões criminosas de ex-diretor e família, enquanto polícia desmantela esquemas de lavagem de dinheiro e planejamento de resgates de líderes do PCC

Investigação policial em São Paulo identifica a escola de samba Vai-Vai como um possível reduto do PCC devido às conexões de um ex-diretor. O irmão desse ex-diretor está detido e é suspeito de ter altos vínculos com a facção criminosa.

A apuração, respaldada por dados do Coaf, sugere que a família de Luiz Roberto Marcondes Machado de Barros, conhecido como Beto da Bela Vista, esteve envolvida em atividades de lavagem de dinheiro. Seu irmão, Luiz Eduardo Marcondes Machado de Barros, também detido, é acusado de planejar a libertação de líderes do PCC da prisão utilizando aeronaves, incluindo Marcola, em um plano desmantelado em 2014.

Documentos do inquérito, acessados pela Folha de S. Paulo, indicam que a escola Vai-Vai é considerada um reduto do PCC, levando à expulsão de policiais que eram membros da agremiação. As suspeitas sobre o envolvimento de Beto com o crime organizado surgiram por meio de denúncias, corroboradas por investigações em endereços ligados a ele e outros membros da escola de samba.

Beto tem um histórico criminal extenso e nega as acusações de ligação com o PCC. A Vai-Vai declarou que Beto não faz mais parte da diretoria, e que pessoas mencionadas não estão associadas à escola. A Polícia de São Paulo investiga possíveis conexões entre o PCC e escolas de samba desde 2006, após ataques contra as forças de segurança do estado. Naquele ano, diretores da Império de Casa Verde foram presos por receberem dinheiro da facção para investimento no desfile.

Fonte: O Farol Diário

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